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quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Por detrás do vício





Todo vício leva o ser humano a se rebaixar a menos que um animal. No evangelho do filho pródigo através de um parábola, Jesus nos mostra onde somos capazes de chegar quando dependentes do vício: o filho deixa a sua casa para viver sua liberdade e nessa experiência perde tudo com bebidas, mulheres, jogos e acaba comendo da mesma comida dos porcos para sobreviver.

Bastou que o Ministério Público e a Secretaria de Defesa Social do Recife tirassem um dia para fiscalizar 135 mil carteiras de cigarros clandestinas, para descobrir que elas continham pele de rã e pêlo de rato dentro das embalagens, e também gasolina em 300 garrafas de água ardente no bairro de São José, no Centro, durante uma operação chamada Fumos Malus. Além dissso também foram apreendidas cervejas e outras bebidas com datas de vencimento alteradas. ( fonte : Diário de Pernambuco, Vida Urbana 28/10/11)

A preço de quê um prazer é capaz de levar uma pessoa em sã consciência a desvalorizar sua própria vida, em troca de consumir um produto que mal tem conhecimento de seu conteúdo e efeitos. Pode até ser difícil deixar um vício, mas acredito que mais difícil ainda é viver sem saúde e passar a depender de remédios para restituí-la.

 Enquanto há vida, há esperança.

Nunca é tarde para recomeçar, lute por sua vida! o caminho certo pode ser duro, mas com certeza não trará arrependimentos e dores, quando mais na frente por ter feito a coisa certa, você terá sua consciência tranquila. 

Graça Dantas

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Cardeal Canizares diz:
“É recomendável que os fiéis comunguem na boca e de joelhos”

A maior autoridade da igreja, após o Papa, em
matéria de liturgia: o Prefeito da Congregação
para o Culto Divino e a Disciplina dos sacramentos.

Em entrevista concedida à agência ACI Prensa, o Prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos no Vaticano, Cardeal Antonio Cañizares Llovera, assinalou que é recomendável que os católicos comunguem na boca e de joelhos.
Assim indicou o Cardeal espanhol que serve na Santa Sé como máximo responsável, depois do Papa, pela liturgia e os sacramentos na Igreja Católica, ao responder se considerava recomendável que os fiéis comunguem ou não na mão.
A resposta do Cardeal foi breve e singela: “é recomendável que os fiéis comunguem na boca e de joelhos”.
Do mesmo modo, ao responder à pergunta da ACI Prensa sobre o costume promovido pelo Papa Bento XVI de fazer que os fiéis que recebam dele a Eucaristia o façam na boca e de joelhos, o Cardeal Cañizares disse que isso se deve “ao sentido que deve ter a comunhão, que é de adoração, de reconhecimento de Deus”.
“Trata-se simplesmente de saber que estamos diante de Deus mesmo e que Ele veio a nós e que nós não o merecemos”,  afirmou.
O Cardeal disse também que comungar desta forma “é o sinal de adoração que necessitamos recuperar. Eu acredito que seja necessário para toda a Igreja que a comunhão se faça de joelhos”.
“De fato – acrescentou – se se comunga de pé, é preciso fazer enuflexão, ou fazer uma inclinação profunda, coisa que não se faz”.
O Prefeito vaticano disse ademais que “se trivializarmos a comunhão, trivializamos tudo, e não podemos perder um momento tão importante como é o de comungar, como é o de reconhecer a presença real de Cristo ali presente, do Deus que é amor dos amores como cantamosem uma canção espanhola”.
Ao ser consultado pela ACI Prensa sobre os abusos litúrgicos em que incorrem alguns atualmente, o Cardeal disse que é necessário “corrigi-los, sobre tudo mediante
uma boa formação: formação dos seminaristas, formação dos sacerdotes, formação dos catequistas, formação de todos os fiéis cristãos”.
Esta formação, explicou, deve fazer que “celebre-se bem, para que se celebre conforme às exigências e dignidade da celebração, conforme às normas da Igreja, que é a única maneira que temos de celebrar autenticamente a Eucaristia”.
Finalmente o Cardeal Cañizares disse à agência ACI Prensa que nesta tarefa de formação para celebrar bem a liturgia e corrigir os abusos, “os bispos têm uma responsabilidade muito particular, e não podemos deixar de cumpri-la, porque tudo o que façamos para que a Eucaristia se celebre bem será fazer que na Eucaristia se participe bem”.


Fonte: REDAÇÃO CENTRAL, 27 Jul. 11/ 01:27 pm (ACI/EWTN Noticias)