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“Se não se arriscar algo por Deus nada de grande se fará” (São Luis Maria de Montfort)

Palavra do Fundador

Escritos e cartas de Padre Rodrigo Maria.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Durante Festa de Pentecostes, na China, foram realizados inúmeros Batismos, Crismas e Primeira Comunhão

Igreja Católica na China 5.jpg
Mais de 3.500 fiéis tomaram parte da solene Eucaristia
celebrada no vilarejo católico de Xiao Han Cun


Shi Jia Zhuang (Terça-feira, 29-05-2012)
A solenidade de Pentecostes foi celebrada pela comunidade católica da China continental com celebrações dos Sacramentos de Batismo, Crisma e Primeira Comunhão a inúmeros fiéis, além de outras iniciativas que destacaram a efusão do Espírito Santo e o nascimento da Igreja.
Segundo foi informado pela "Faith", de He Bei, mais de 3.500 fiéis tomaram parte da solene Eucaristia celebrada no vilarejo católico de Xiao Han Cun, da diocese de Tian Jinm, durante a qual 14 leitores da Sagrada Escritura receberam o mandato depois de terem passado por um período de formação de leitorato. Nesse pequeno vilarejo residem muitos migrantes. São trabalhadores provenientes da cidade de Tian Jin.
Na paróquia de Nan Tang, da diocese de Xi An, 31 catecúmenos receberam das mãos do Bispo diocesano Dom José Dang Ming Yan, os sacramentos da iniciação cristã.
A escolha da data de Pentecostes é significativa porque nessa data os neófitos "nascem para a nova vida com a Igreja. O Espírito Santo ilumina seus corações, os conduz rumo à evangelização" disse na ocasião o Bispo.
Em 2011, a paróquia recebeu mais de 300 novos fiéis. Na Páscoa e em Pentecostes deste ano, foram batizados 99 catecúmenos. Além disso, inúmeros foram os trabalhadores imigrantes batizados, crismados e que receberam a Primeira Comunhão nas paróquias da diocese de Xi An, depois de frequentarem o curso de catecismo.

Fonte:www.arautosdoevangelho.org

Igreja Católica na Coreia do Norte

por Alberto Garuti Cinqüenta anos de ditadura tentaram apagar todos os sinais visíveis da Igreja católica no país. Será que a semente, que antes foi lançada, morreu? ão existe nenhuma estrutura de Igreja na Coréia do Norte, mas isso não quer dizer que não existam católicos. A perseguição contra a pequena Igreja católica deste país começou no fim do ano 1945, quando as forças de ocupação soviéticas impuseram um regime comunista. Em 9 de maio de 1949, os 123 missionários do vicariato apostólico de Wonsan foram presos, em seguida os 14 de Pyongyang, alguns dias depois. Em pouco tempo, não havia nenhum padre católico em liberdade. O governo comunista norte-coreano decidiu eliminar totalmente a fé católica: cinco bispos, 82 padres, 25 monges, 34 religiosas e quatro seminaristas morreram mártires. Havia cerca de 50 mil católicos na Coréia do Norte, no momento da tomada do poder pelos comunistas: alguns conseguiram fugir para a Coréia do Sul e o que aconteceu aos outros, ninguém ficou sabendo nada. Contudo, em 1985, o governo norte-coreano convidou ao país uma delegação do Conselho Ecumênico das Igrejas, e esta constatou a presença de vários milhares de cristãos, especialmente protestantes, sem templos nem igrejas. A SEMENTE NÃO MORREU Atualmente, os cristãos são poucos, mas é muito provável que, se a evangelização pudesse recomeçar, muitas pessoas abraçariam o cristianismo. Eis alguns exemplos. O padre Gerard Hammond, missionário de Maryknoll, está na Coréia do Sul desde 1960. Ele já visitou várias vezes a Coréia do Norte em missões humanitárias. Durante uma dessas viagens, viajando de carro e sentado ao lado do motorista norte-coreano, ele começou a rezar o terço, enquanto o outro o olhava. Num certo momento, o carro deu um solavanco, o padre fez um movimento brusco e, por causa disso, o terço que estava segurando quebrou. O padre pediu ao motorista que parasse um momento para descansar e lhe perguntou se tinha por acaso uma pinça. O motorista perguntou para que serviria e o padre lhe mostrou o terço quebrado. O motorista disse que ele mesmo o consertaria, mas para isso saiu do carro e se afastou, indo além de uma curva, para não ser visto pelos ocupantes do carro que vinha atrás. Pouco depois, voltou com o terço consertado e disse: "Eu sei o que é. Minha avó tinha um". Em seguida perguntou para que servia e o padre disse que servia para rezar, especialmente para pedir a Deus a unificação do povo coreano. O motorista ficou muito satisfeito e sorriu a viagem toda. Outra vez, o mesmo padre estava visitando um hospital e viu um homem idoso, muito doente, que perguntava ao médico quem ele era. O médico disse isso ao padre e acrescentou que o paciente não tinha muito tempo de vida. O padre se apresentou e disse ser um sacerdote católico. O doente respondeu, chorando, que conhecia os padres católicos. O padre não poderia fazer um discurso religioso pois isso era proibido e havia outros pacientes na mesma sala. Então, ele se expressou nestes termos: "Eu sei o que existe no seu coração. Aperte a minha mão. Sei que você irá para um lugar onde estará muito feliz". E, bem baixinho, ao ouvido, lhe disse que Jesus o estava esperando. Também aquela pessoa sorriu, contente. Provavelmente é isso o que restou dos antigos cristãos. Os filhos, nascidos sob o novo regime, ouviram alguma coisa dos pais ou dos amigos, guardaram uma lembrança e uma impressão em seu coração de algo que seria muito bonito seguir, mas que não puderam porque, durante muitos anos, foi taxativamente proibido. A SEMENTE COMEÇA BROTAR Mas algo começa a mudar. Todo domingo na igreja católica da capital, Pyongyang, os cristãos agora se reúnem para a oração dominical. Não há missa porque não há padre: todos foram mortos ou exilados no começo da revolução e nunca mais foi permitido ter um. Os cristãos se reúnem para um culto; se por acaso estiver presente algum padre estrangeiro, de passagem, esse pode celebrar. No total, seriam três mil católicos em todo o país, dos quais 800 na capital. Existem até uns pequenos grupos engajados, por exemplo, a Associação Católica Romana da Coréia (Acrc), formada por católicos nascidos depois da guerra da Coréia (1950-53), que procura manter os contatos com os católicos que moram longe da capital, visitam freqüentemente os católicos em suas cidades e orientam sua vida de fé. Mas isso é muito pouco no meio dos 23 milhões de norte-coreanos. Além desses poucos sinais visíveis, certamente existem traços de religiosidade na população. É o que os exemplos já citados mostram. Mas será sempre pouca coisa, se pensarmos que o regime, durante cinqüenta anos, proibiu qualquer manifestação religiosa. O pouco que restou começará a brotar com força, tão logo haja uma maior abertura no país.

Fonte:www.professorfariahistoria.blogspot.com.br

quarta-feira, 30 de maio de 2012

O ocultamento do Tratado da Verdadeira Devoção e o ocultamento do Terceiro Segredo de Fátima

S. Luis Maria Grignion de Montfort, basílica de S. Pedro, Roma. Nessa inspirada e sugestiva escultura, o demônio é mostrado com o Tratado em suas mãos, na inútil tentativa de ocultá-lo.
S. Luis Maria Grignion de Montfort
Como vemos, os desígnios de Deus são claros e muito simples: O Reino de Cristo se estabelece pelo Reino de Maria e o Reino de Maria, pela propagação da Total Consagração à Santíssima Virgem, ensinada por S. Luis Maria de Montfort no Tratado da Verdadeira Devoção.

Com isso em mente, compreende-se a razão que levou o Inimigo de Deus a ter tamanho ódio deste pequeno livro (o Tratado da Verdadeira Devoção) e a escondê-lo durante 130 anos (1712-1842), conforme o próprio santo previra.
Também a partir desse contexto compreende-se o ocultamento do Terceiro Segredo, por parte da alta hierarquia da Igreja, desde que deveria ter sido revelado em 1960 por solicitação do Alto. Mas a hierarquia vendo-se pressionada —e, em alguns aspectos, seduzida pelas doutrinas dos fautores da Nova Ordem Mundial— resolveu apostar no aggiornamento e deixar a Barca de Pedro ser levada pelos ventos modernistas-progessistas do humanismo maçônico. E assim, como tantas vezes o povo hebreu cedera, os homens da Igreja de Cristo fizeram também ouvidos moucos ao mandato do Céu, anunciado pela voz profética das três frágeis crianças de além-mar.
Desde então, a maioria dos representantes de Cristo na terra horizontalizou sua atenção para a temporariedade e a transitoriedade do mundo. Procurando agradar o homem lamentavelmente deixam de lado a seiva das milenares devoções e o inadiável apelo profético que implicam diretamente na salvação das almas. Salvação que é justamente confiada a estes mesmos homens da Igreja. Muitos deles tão ocupados com as coisas da terra que já não mais voltam seus olhares para as verdades do Céu.
Enquanto isso, os fiéis católicos, mornos e apáticos em seu testemunho de Fé, já não mais se diferenciam em pensamento e conduta dos inimigos de Cristo.
Eis a "relevância" aterrorizante da mensagem de Fátima, de acordo com Bento XVI. Mas, ainda assim, a última palavra na história é a bondade de Deus. Para ser louvado com um espírito de penitência e de conversão.

Fonte: A estreita relação profética entre Fátima e o Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem 
Perfeita Devoção | A PERFEITA DEVOÇÃO
http://www.perfeitadevocao.org/APerfeitaDevocao-.php?id=21

Triunfo do Imaculado Coração de Maria e o Reinado Eucarístico de Jesus

"Esse tempo (do Triunfo-Reinado de Maria) chegará quando se conhecer e praticar a devoção que eu ensino"

Imaculado Coração A Mãe do Senhor Senhor indica claramente o meio pelo qual a Providência Divina estabeleceu para que aconteça este Triunfo: "Meu Filho quer estabelecer no mundo a devoção ao meu Imaculado Coração"


 


Em sua recente visita a Fátima, o Santo Padre deixou bem claro que o Terceiro Segredo continua em curso, falou sobre o "terrível pecado" dentro da Igreja e reafirmou que a Fé corre o perigo de se apagar no mundo. Exatamente como o Terceiro Segredo sugere.
Por outro lado, o Santo Padre falou da esperança que a mesma profecia propõe e da confiança que deseperta em todo cristão, ao convidar-nos à conversão, à oração e à penitência e, assim capacitando-nos verdadeiramente a vivermos com mais empenho a nossa vocação de testemunhas do Evangelho da verdade, nosso compromisso de batizados em Cristo.
Por tudo isso, fica muito claro que a devoção que Nosso Senhor quer que se estabeleça ao Imaculado Coração de Sua Mãe Santíssima não deve ser uma devoção qualquer, mas a perfeita devoção, a Total Consagração ou Santa Escravidão de Amor, tal como ensina S. Luis Maria Grignion de Montfort, implicitamente contida na profecia de Fátima:

"Esse tempo (do Triunfo-Reinado de Maria) chegaráquando se conhecer e praticar a devoção que eu ensino" (T.V.D. 217). 


Fonte: A estreita relação profética entre Fátima e o Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem 
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terça-feira, 29 de maio de 2012

A estreita relação profética entre Fátima e o Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem

A mesma razão que levou o Inimigo de Deus a ter tamanho ódio deste pequeno livro (o Tratado da Verdadeira Devoção) e a escondê-lo durante 130 anos, fez com que a hierarquia da Igreja se sentisse pressionada a esconder o Terceiro Segredo de Fátima e apostasse no "aggiornamento" das doutrinas modernistas-progessistas do humanismo maçônico

 
O "Reinado de Maria" será o meio pelo qual se dará o "Reinado de Jesus"
FátimaHá um estreito e providencial elo de ligação entre a profecia de Fátima e o Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem, conforme propõe S. Luis Maria Grignion de Montfort. Na introdução do Tratado, diz S. Luis Maria: "Foi por meio da Santíssima Virgem que Jesus Cristo veio ao mundo e por meio dela que Ele deve reinar no mundo" (T.V.D. – 1). Todos sabemos que Jesus Cristo reinará no mundo, conforme Ele próprio assegurou, contudo, o "Reinado de Maria" será o meio pelo qual se dará o "Reinado de Jesus".
E é exatamente em Fátima, a profecia do Céu para os nossos tempos, onde a Santíssima Virgem confirma claramente a profecia de S. Luis Maria quando afirma: "Por fim Meu Imaculado Coração triunfará".
E mais: a Mãe do Senhor indica claramente o meio pelo qual a Providência Divina estabeleceu para que aconteça este Triunfo: "Meu Filho quer estabelecer no mundo adevoção ao meu Imaculado Coração".

Recapitulando as maternais solicitações da Santíssima Virgem em Fátima

Antes, porém, de nos aprofundarmos no sentido dessa "devoção" ao Imaculado Coração, que Jesus "quer estabelecer em todo o mundo", recordemos o que Nossa Senhora nos pediu em Fátima. Suas maternais solicitações foram as seguintes:
  • Rezar pelo menos um Terço todos os dias para obtenção da paz nas famílias e no mundo —lembrando que o Santo Rosário nos leva a contemplar os mistérios da vida, missão, morte e ressurreição de Nosso Senhor;
  • Usar o Escapulário castanho como sinal de prometida proteção contra as forças do mal que laboram para perder nossas almas;
  • Oferecer a Deus os nossos deveres de cada dia, como um ato de sacrifício e voluntária adesão pessoal ao supremo sacrifício de Cristo para a conversão dos pecadores;
  • Fazer os Cinco Primeiros Sábados, em reparação das ofensas cometidas contra o Seu Imaculado Coração, e assim, termos em mente que os nossos pecados ofendem gravemente a Deus;
  • Pediu também que o Santo Padre, em união com todos os Bispos do mundo, fizesse a Consagração da Rússia ao Seu Imaculado coração, prometendo que, deste modo, a Rússia se converteria e que seria concedido ao mundo algum tempo de Paz.
Sabemos que a consagração da Rússia não foi feita conforme a solicitação da Virgem (com o Papa unido a todos os Bispos do mundo) e muito menos a Rússia se converteu.


Fonte: A estreita relação profética entre Fátima e o Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem 
Perfeita Devoção | A PERFEITA DEVOÇÃO
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A PERFEITA DEVOÇÃO

O papa João Paulo II conta que quando ainda jovem encontrou o Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem escrito por São Luis Maria Grignion de Montfort e fez a devoção, em verdade imitando grandes santos da Igreja Católica.

Santos que se fizeram Escravos por Amor


 
Santos escravos por Amor

O Papa João Paulo II certa vez concedeu uma entrevista a qual se transformou no livro “Não tenham medo” de André Frossard, editado pelo Circulo do Livro. Às páginas 143 a 145 o Papa relata seu grande amor à Santíssima Virgem, escolhendo para lema de seu pontificado a expressão “Totus Tuus”, que significa “Todo Teu”, referindo-se à Maria.
Ele conta que quando ainda jovem encontrou oTratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem escrito por São Luis Maria Grignion de Montfort e fez a devoção, em verdade imitando grandes santos da Igreja Católica.
Alguns desses santos que viveram e propagaram a Santa Escravidão de Amor foram Santo Frei Galvão (em seu convento em Guaratinguetá encontra-se o documento de sua Consagração a Jesus por meio da Santíssima Virgem, assinada com seu próprio sangue), São João Batista Vianney, o Santo Cura d'Ars, apresentado por Bento XVI como patrono e modelo dos sacerdotespor ocasião da comemoração do Ano Sacerdotal, São Pe. Pio de Pietrelcina, o servo de Deus Frank Duff que fez nascer a Legião de Maria com o objetivo principal de propagar a Santa Escravidão de Amor, São João Eudes, São João Bosco, São Domingos Sávio, Santa Terezinha, Santa Gema Galgani, São Pio X, São Maximiliano Kolbe, São Teófano Venard, venerável Matt Talbot, beata Inês de Langeac, venerável Pe. Olier, e muitos outros.
São Luis Maria Grignion de Montfort, propagador da Santa Escravidão de Amor por Jesus em Maria determinou que a insígnia da devoção fosse uma cruz de madeira e inscreveu seu próprio lema: Desejo de cruz, desprezo, dor, afronta, perseguição.
 
Fonte: Santos que se fizeram Escravos por Amor 
Perfeita Devoção | A PERFEITA DEVOÇÃO
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segunda-feira, 28 de maio de 2012

O Espírito, mestre da vida com Deus


Conhecemos o Espírito Santo a partir da ressurreição do Senhor. Somente então descobrimos que ele não é simples força de Deus, mas uma Pessoa divina. Ele é Aquele no qual o Pai ressuscitou o Filho Jesus. 

Aí, o Espírito aparece como a força, a energia, a vida e vitalidade do próprio Deus. Nele Deus criou tudo e tudo sustenta; nele os enviados de Deus podem agir segundo o desígnio do Senhor; nele, o ser humano encontra vida, força e sustento. O Messias (= ungido) será cheio do Espírito, será ungido por ele e irá derramá-lo sobre todo o povo de Israel e sobre toda a criação.
No princípio Deus criou o céu e a terra. A terra estava deserta e vazia, as trevas cobriam o abismo e o espírito do Senhor pairava sobre as águas (Gn 1,1-2.) 
Descerei ali para falar contigo. Retirarei um pouco do espírito que há em ti e incutirei neles, para que te ajudem a carregar o fardo do povo e já não o suportes sozinho (Nm 11,17). 
Então o espírito do Senhor apoderou-se de Gedeão e ele tocou a trombeta e convocou Abiezer a segui-lo (Jz 6,34). 
Samuel tomou o chifre com o óleo e lhe deu a unção no meio dos irmãos. Em conseqüência o espírito do Senhortomou conta de Davi desde este dia e também em seguida. A seguir Samuel se pôs a caminho e voltou para Ramá (1Sm 16,13). 
Escondes a face, e estremecem;se retiras o seu alento, morrem e voltam ao pó.
Envias o teu espírito, e são recriados, e renovas a face da terra (Sl 104). 
Aonde irei para estar longe de teu espírito?
Aonde fugirei para estar longe de tua face?
Se eu escalar os céus, aí estás; se me deitar no abismo, também aí estás.
Se me apossar das asas da aurorae for morar nos confins do mar, também aí tua mão me conduz,
tua destra me segura (Sl 139). 
Acontecerá que os que restarem em Sião e os que forem deixados em Jerusalém serão chamados santos; todos os que estão inscritos para a vida em Jerusalém. Quando o Senhor tiver lavado a imundície das filhas de Sião e limpado o sangue do meio de Jerusalém pelo espírito de julgamento e pelo espírito de purificação, criará em todos os pontos do monte Sião e em toda sua assembléia uma nuvem, de dia, e um fumo e resplendor de fogo chamejante, de noite. Sim, sobre todas as coisas a glória do Senhor será um abrigo (Is 4,3ss). 
Sairá um rebento do tronco de Jessé, e de suas raízes brotará um renovo.
Repousará sobre ele o espírito do Senhor, espírito de sabedoria e discernimento,
espírito de conselho e fortaleza,espírito de conhecimento e temor do Senhor .
Ele se inspirará no temor do Senhor (Is 11,1ss).  
Eis meu servo a quem apóio, meu eleito, ao qual quero bem!
Pus nele meu espírito;
ele levará o direito aos povos (Is 42,1).  
O espírito do Senhor Deus  repousa sobre mim, porque ele me ungiu.
Enviou-me para levar uma boa-nova aos pobres, medicar os homens descoroçoados,
proclamar aos cativos a libertação e aos prisioneiros a abertura do cárcere,
para proclamar o ano da mercê do Senhor e o dia da vingança para nosso Deus;
para dar conforto a todos os que estão de luto, para entregar aos enlutados de Sião
um turbante festivo em lugar do pó, óleo de alegria em lugar de luto,
vestido de festa em lugar de espírito deprimido, de modo que sejam chamados “carvalhos da justiça,
plantados para a glória do Senhor” (Is 61,1-3).  
Incutirei o meu espírito dentro de vós e farei com que andeis segundo minhas leis e cuideis de observar os meus preceitos. Habitareis no país que dei a vossos pais. Sereis o meu povo e eu serei o vosso Deus.
Eu vos libertarei de todas as vossas imundícies. Mandarei que o trigo seja abundante e já não vos imporei fome. Multiplicarei os frutos das árvores e os produtos do campo, para que não mais suporteis a ignomínia da fome entre as nações. Então vos lembrareis de vossa má conduta e de vossas práticas funestas, e sentireis repugnância de vós mesmos por causa de vossas culpas e abominações (Ez 36,27-31). 
Depois derramarei o meu espírito sobre toda carne.
Vossos filhos e filhas profetizarão, vossos anciãos terão sonhos, vossos jovens terão visões.
Mesmo sobre os escravos e sobre as escravas derramarei o meu espírito naqueles dias.
Colocarei sinais no céu e na terra, sangue, fogo e colunas de fumaça!”
O sol se transformará em trevas, a lua em sangue, antes que chegue o dia do Senhor,
grande e terrível!
Então, todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo (Jl 21-5).    
Novo Testamento 
Foi o Espírito quem ressuscitou Jesus dentre os mortos:  
Paulo, servo de Jesus Cristo, chamado a ser apóstolo, escolhido para o Evangelho de Deus, que pelos profetas havia prometido nas Santas Escrituras, acerca de seu Filho, nascido da descendência de Davi segundo a carne, constituído Filho de Deus, poderoso segundo o Espírito de santidade a partir da ressurreição dos mortos, Jesus Cristo Nosso Senhor (Rm 1,1-4).  
Não pode haver dúvida de que é grande o mistério da piedade:
“Ele foi manifestado na carne, foi justificado no espírito, contemplado pelos anjos, pregado às nações,
acreditado no mundo, exaltado na glória!” (!Tm 3,16)  
Tal ressurreição é uma nova criação: “tudo será criado e renovarás a face da terra!” Cheio do Espírito Santo que agora o povoa e transfigura totalmente, Jesus é o homem novo, princípio de uma nova humanidade e de uma nova criação:  
Na tarde daquele mesmo dia, o primeiro depois do sábado, estando trancadas as portas do lugar onde estavam os discípulos, por medo dos judeus, Jesus chegou, pôs-se no meio deles e disse: “A paz esteja convosco”. Dito isto, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos se alegraram ao ver o Senhor. Jesus disse-lhes de novo: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, assim também eu vos envio”. Após essas palavras, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados serão perdoados. A quem não perdoardes os pecados não serão perdoados” (Jo 20,19ss).  
Vi um céu novo e uma terra nova, porque o primeiro céu e a primeira terra haviam desaparecido e o mar já não existia. Vi a cidade santa, a nova Jerusalém, que descia do céu do lado de Deus, ornada como uma esposa se enfeita para o esposo. Ouvi uma voz forte do trono, que dizia: “Eis a tenda de Deus entre os homens. Ele levantará sua morada entre eles e eles serão seu povo e o próprio Deus-com-eles será o seu Deus. Enxugará as lágrimas de seus olhos e a morte já não existirá nem haverá luto nem pranto nem fadiga, porque tudo isso já passou”.
E aquele que estava sentado no trono, disse: “Eis que eu faço novas todas as coisas” (Ap 21,1-5).  
É assim que a Igreja fez a experiência do Espírito. Agora, à luz da ressurreição, a Igreja apostólica compreende como este Espírito já estava presente na vida de Jesus:  
a) É na potência do Espírito que o Pai envia o Filho:  
O Espírito Santo virá sobre ti, e o poder do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso o Santo que nascer será chamado Filho de Deus (Lc 1,32). 
b) É ainda o Espírito que vai irradiando a alegria messiânica por onde Jesus passa:  
Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança lhe estremeceu no ventre e Isabel ficou repleta do Espírito Santo. Com um grande grito, exclamou... (Lc 1,41s). 
Zacarias, seu pai, repleto do Espírito Santo, profetizou: ‘Bendito seja o Senhor, Deus de Israel’... (Lc 1,67).  
Movido pelo Espírito, ele (Simeão) veio ao Templo... ele o tomou nos braços e bendisse a Deus... (Lc 2,27). 
c) No batismo de Jesus, hora da sua vocação messiânica, é o Espírito do Pai quem o unge como messias:
No momento em que Jesus, também batizado, achava-se em oração, o céu se abriu e o Espírito Santo desceu sobre ele em forma corporal, como pomba. E do céu veio uma voz: ‘Tu és o meu Filho; eu hoje te gerei’ (Lc 3,21s).  
d) É o Espírito quem o conduz ao deserto para ser tentado:  
Jesus, pleno do Espírito Santo, voltou do Jordão; era conduzido pelo Espírito através do deserto...» (Lc 4,1). «E logo o Espírito o impeliu para o deserto...» (Mc 1,12). «Então Jesus foi levado pelo Espírito para o deserto para ser tentado pelo diabo (Mt 4,1). 
e) Também na Transfiguração, o Espírito está presente na nuvem que envolve Jesus e os discípulos (cf. Mc 9,1-8; Mt 4,1-11; Lc 4,1-13). Vê-se que tanto nos momentos de sombra quanto nos de luz, é o Espírito quem guia Jesus na sua atitude de total filiação em relação ao Pai. O próprio João Batista já havia atestado isso:  
Vi o Espírito descer do céu como uma pomba e permanecer sobre ele. Eu não o conhecia, mas aquele que me enviou para batizar com água, disse-me: ‘Aquele sobre quem vires o Espírito descer do céu e permanecer é que batiza no Espírito Santo. E eu vi e atesto que ele é o Filho de Deus! (Jo 1,32-340). 
Um outro texto indica esta mesma idéia:  
Naquele momento, ele exultou de alegria sob a ação do Espírito Santo e disse: ‘Eu te louvo, ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste essas coisas aos sábios e entendidos, e as revelaste aos pequeninos. Sim, ó Pai, porque assim foi do teu agrado. Tudo me foi entregue por meu Pai e ninguém conhece quem é o Filho senão o Pai, e quem é o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho o quiser revelar (Lc 10,21-23). 
Estes textos fazem perceber o quanto a experiência filial de Jesus, sua relação com o Abbá é, contemporaneamente, pneumática (= no Espírito), pis é o Espírito que une o Filho ao Pai.  
f) Também a sua missão messiânica, é por ele compreendida como totalmente vivida no Espírito:
Jesus, pleno do Espírito Santo, voltou do Jordão; era conduzido pelo Espírito através do deserto... (Lc 4,1).  
Jesus voltou então para a Galiléia, com a força do Espírito, e sua fama espalhou-se... (Lc 4,14).  
O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me ungiu... (Lc 4,18).  
g) Essa foi também a compreensão da Igreja primitiva:  
Sabeis o que aconteceu por toda a Judéia: Jesus de Nazaré, começando pela Galiléia, depois do batismo proclamado por João, como Deus o ungiu com o Espírito Santo e com poder, ele passou fazendo o bem e curando a todos, porque Deus estava com ele (At 10,37s).  
h) Sobretudo no mistério pascal essa presença do Espírito faz-se notar mais fortemente:  
Cristo,... por um Espírito eterno, se ofereceu a si mesmo a Deus como vítima sem mancha... (Hb 9,14). 
i) É no Espírito filial que o Filho se entrega ao Pai. Mais ainda: entrega, confiantemente, o próprio Espírito:

E inclinando a cabeça, entregou o Espírito (Jo 19,30).  
Jesus deu um grande grito: ‘Pai, em tuas mãos entrego o meu Espírito!’ (Lc 23,46).    
j) No Espírito o Filho desce aos infernos, pois Jesus somente desce ao reino dos mortos porque entrega ao Pai o Espírito de vida (cf. 1Pd 3,18s).  
l) É também no Espírito Santo que o Pai, numa fidelidade invencível em relação ao Filho Amado, ressuscita-o ao Terceiro dia: 
Morto na carne, ele foi vivificado no Espírito (1Pd 3,18).  
Ele foi estabelecido pelo Pai Filho de Deus com poder por sua ressurreição dos mortos, segundo o Espírito de Santidade (Rm 1,4). 
Este mesmo Jesus, Deus o ressuscitou; e disto somos testemunhas. E agora, exaltado pela direita de Deus, recebeu do Pai o Espírito Santo, objeto da promessa, e o derramou! (At 2,32s).  
Concluindo: jamais o Espírito foi, para a Igreja, uma realidade abstrata, teórica: a partir da ressurreição, os cristãos experimentaram que o Espírito diviniza porque é divino, é Deus, presente em todo o Antigo Testamento, ele que falou pelos profetas, sendo um só com o Pai e o Filho, laço de Amor eterno entre os dois:  
Esta salvação tem sido objeto das investigações e meditações dos profetas, que proferiram oráculos sobre a graça que vos era destinada. Perscrutaram a época e as circunstâncias indicadas pelo Espírito de Cristo, que estava neles, profetizando os sofrimentos do Cristo e as glórias posteriores (1Pd 1,10s). 
Há diversidade de dons mas um mesmo é o Espírito. Há diversidade de ministérios mas um mesmo é o Senhor. Há diferentes atividades mas um mesmo é Deus que realiza todas as coisas em todos (1Cor 12,4ss). 

Ressuscitado na potência do Espírito, Jesus o compartilha conosco: é o Espírito do Filho divinizado que, compartilhado conosco, nos faz filhos do Pai e nos glorifica:  

Israelitas, escutai estas palavras: Jesus de Nazaré, homem de quem Deus deu testemunho diante de vós com milagres, prodígios e sinais, que Deus por ele realizou, como vós mesmos o sabeis, depois de ter sido entregue, segundo os desígnios da presciência de Deus, vós o crucificastes e o matastes por mãos dos ímpios. Mas Deus, desfazendo as angústias da morte, o ressuscitou, pois não era possível que a morte o mantivesse em seu poder. Exaltado pela direita de Deus, ele recebeu do Pai o Espírito Santo  prometido e o distribuiu conforme vedes e ouvis (At 2,22ss.33). 
Todos os que são conduzidos pelo Espírito de Deus, são filhos de Deus. Pois não recebestes um espírito de escravos para recair no medo, mas recebestes um espírito de filhos adotivos com o qual clamamos: “Abba , Pai”. O próprio Espírito dá testemunho a nosso espírito que somos filhos de Deus. Se filhos, também herdeiros de Deus e co-herdeiros de Cristo, contanto que soframos com ele para sermos também com ele glorificados. Tenho para mim que os sofrimentos da vida presente não têm comparação alguma com a glória futura que se manifestará em nós (Rm 8,14-18).  
Mas quando chegou a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, que nasceu de uma mulher e foi submetido a uma Lei, para resgatar os que estavam sob a Lei, a fim de que recebêssemos a adoção. 6 E, como prova de serdes filhos, Deus enviou a nossos corações o Espírito de seu Filho que clama: “Abba, Pai!” De maneira que já não és escravo mas filho, e, se filho, herdeiro por Deus (Gl 4,4-7).  
Assim, o Espírito é o princípio desta Vida nova, pascal, em Cristo: é por ele que nos unimos a Cristo - ele é Espírito de comunhão e a Igreja é a Comunhão do Espírito Santo e, por isso, comunhão dos santos (= dos santificados pelo Espírito)! 
Fomos batizados num só Espírito para formarmos um só corpo e todos bebemos de um só Espírito (1Cor 12,13). 
Esta Vida nova atinge o homem na sua totalidade: corpo e alma... envolve sentimentos, inteligência, criatividade, trabalho, afetos, opções... e é chamada de Vida “espiritual” porque é vida segundo o Espírito, por ele gerada no Batismo, por ele amadurecida na Confirmação e por ele constantemente replasmada e amadurecida na Eucaristia. Em uma palavra: toda vida espiritual é vida no Espírito e segundo o Espírito, gerando em nós a imagem bendita do Filho ressuscitado para a glória do Pai:  
Vós, irmãos, fostes chamados à liberdade. Não abuseis, porém, da liberdade, usando-a como pretexto para servirdes à carne. Ao contrário, fazei-vos servos uns dos outros pela caridade. Pois toda a lei se encerra numa só palavra: Amarás teu próximo como a ti mesmo. Mas se vos mordeis e vos devorais, vede que não acabeis por vos destruirdes uns aos outros. Digo-vos, pois: Andai sob o impulso do Espírito e não satisfareis a concupiscência da carne. Porque a carne tem tendências contrárias aos desejos do Espírito e o Espírito possui desejos contrários às tendências da carne. Ambos são contrários um ao outro a ponto de não fazerdes o que quereis. Mas, se vos guiais pelo Espírito, não estais sob a Lei. Ora, as obras da carne são manifestas, a saber: prostituição, impureza, libertinagem, idolatria, feitiçarias, ódios, discórdias, ciúmes, iras, rixas, dissensões, divisões, invejas, bebedeiras, orgias e outras como estas, das quais vos previno como fiz antes, pois quem praticar tais coisas não será herdeiro do reino de Deus. Os frutos do Espírito são: caridade, alegria, paz, longanimidade, afabilidade, bondade, fidelidade, mansidão, continência. Contra estes mão há Lei. Os que são de Cristo Jesus, crucificaram a carne com as paixões e concupiscências. Se vivemos do Espírito, andemos também segundo o Espírito (Gl 5,13-25).  

Guardai-vos de entristecer o Espírito Santo de Deus com o qual fostes marcados para o dia da redenção. Afastai de vós toda dureza, irritação, cólera, gritaria, blasfêmia e toda malícia. Sede antes bondosos uns para com os outros, compassivos, perdoando-vos mutuamente, como Deus vos perdoou em Cristo (Ef 4,30ss). 

Viver a vida cristã, levá-la a sério é procurar ser dócil, fiel ao Espírito que age em nós: é nele que pensamos, desejamos e realizamos o bem; é nele que dizemos sim ao chamado que o Pai nos faz através do seu Filho Jesus. Esta vida de amizade com Deus tem seu ponto alto explicitado na vida de oração, que é oração no Espírito.
A estrutura da oração cristã é trinitária.  É o Espírito Santo do Filho que clama “Papai!” em nós.
            Como orar:
a)  a oração inicia-se com a escuta: “quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às Igrejas!” (cf. Ap 2): a Palavra que Deus nos dirige é o Filho, pleno do Espírito.
b)  o papel da Escritura: a lectio divina: alimentar-se da Palavra inspirada pelo Espírito. O Espírito inspirou a Escritura e inspira a Igreja e o fiel em comunhão com ela na sua leitura.
c)  a oração mental (espontânea): “tratar de amizade, estando muitas vezes a sós com quem sabemos que nos ama” (Sta. Teresa de Jesus): é oração sustentada e animada pelo Espírito que geme em nós.
d)  a oração litúrgica: fonte e cume de toda oração (cf. SC 7). Aí a Igreja, sustentada pelo Espírito e unida a Cristo, se oferece ao Pai.  
            Uma oração enraizada na vida:
a)  a busca de viver na presença de Deus: é preciso entreter o amor: silêncio, recolhimento, atenção ao coração.
b)  o compromisso com a vontade de Deus no cotidiano.
c)  a adesão a Cristo Jesus: “andar como ele andou” (1Jo 2,6).
d)  uma vida que dê lugar à ascese: “Cuidado para que vossos corações não fiquem pesados...” (Lc 21,34-36).
e)  o esforço de orientar constantemente todas as atividades para a glória de Deus: “que em tudo seja Deus glorificado por Jesus Cristo” (1Pd 4,11).  
            A arte da oração:
a)  a disciplina e a perseverança: os tempos de Deus;
b)  a paciência, que tudo alcança: não ao imediatismo, ao utilitarismo e ao espírito de eficácia...
c)  as distrações, os pensamentos vãos, a secura e a aridez: “sofre as demoras de Deus!” (Eclo 2,1ss).  
O fruto final da oração é sermos divinizados, reproduzindo o itinerário do Cristo Jesus, tendo seus pensamentos, atitudes e sentimentos (cf. Fl 2,6ss). A oração é, portanto, obra do Espírito em nós, que vai nos cristificando até a vida eterna.




                                                                               Dom Henrique Soares da Costa 

Maria leva Seus consagrados a viverem com mais intensidade e fidelidade o seu próprio carisma e compromisso batismal


RosárioQuando alguém se consagra totalmente a Nossa Senhora, Ela mesma, como Mãe e educadora que formou Jesus Menino, leva Seus consagrados a viverem com mais intensidade e fidelidade o seu próprio carisma e compromisso batismal
Sendo assim, é urgente e necessário que todos (independentemente de grupos, movimentos e comunidades a que participem) conheçam, façam, vivam e propaguem a Total Consagração a Jesus através de Nossa Senhora, pois esta Total Consagração à Santíssima Virgem, patrimônio da Igreja Católica, não atrapalha a vivência de nenhum carisma particular. Muito pelo contrário: quando alguém se consagra totalmente a Nossa Senhora, Ela mesma, como Mãe e educadora que formou Jesus Menino, leva Seus consagrados a viverem com mais intensidade e fidelidade o seu próprio carisma e compromisso batismal.
Ao sermos guiados pela Mãe do Senhor, aprendemos a verdadeiramente assumir nossa condição de cristãos e a renunciar as imposturas da engenharia social disseminada tão habilmente pelos fautores da Nova Ordem Mundial, que têm subvertido milhões de consciências, destruído os valores cristãos, feito perder tantas almas e, sobretudo, ofendido profundamente a Nosso Senhor.

 

 

A missão que Jesus deu a Nossa Senhora foi a de formar verdadeiros adoradores de Deus

Pequenos
 adoradoresNesses últimos tempos em que se intensifica a batalha espiritual entre a Santíssima Virgem e o inimigo, sejamos apóstolos da Total Consagração para que venha logo o Triunfo de Maria e o Reinado de Jesus
Quando na cruz Jesus nos entregou Sua própria Mãe, Ele o fez como último gesto de amor e misericórdia, como quem entrega o bem mais precioso, em caráter de testamento final. Juntamente com Sua vida, Jesus nos entregava Sua própria Mãe. E, com isso, a missão que Jesus dava a Nossa Senhora era a de formar verdadeiros adoradores de Deus.
Estude-se a história do ocidente e ali se encontrará a presença da Mãe do Senhor entrelaçada na história dos povos, no surgimento das grandes cidades e pequenas aldeias, na edificação de suas pequeninas capelas e majestosos santuários, nas devoções familiares e na tecitura da própria cultura —uma Mãe presente que nos acompanha ao longo desses dois mil anos, a oferecer-nos amorosamente em Seus braços o próprio Deus, na pessoa de Seu Filho.
E é exatamente tudo isso que a NOM quer destruir para poder implantar a governança global sem Deus.
Por tudo isso, constatamos que são interligados e indissolúveis os fundamentos proféticos de Fátima e da Verdadeira Devoção.

Quando ocorrer o triunfo do Imaculado Coração, inúmeras almas escolhidas, perdendo-se no abismo de seu interior, tornar-se-ão cópias vivas de Maria, para amar e glorificar a Cristo

Assim, nesses últimos tempos em que se intensifica a batalha espiritual entre a Santíssima Virgem e o inimigo, sejamos apóstolos da Total Consagração para que venha logo o Triunfo de Maria e o Reinado de Jesus.
"Quando virá esse tempo feliz em que Maria será estabelecida Senhora e Soberana nos corações, para submetê-los plenamente ao império de seu grande e único Jesus? Quando chegará o dia em que as almas respirarão Maria, como o corpo respira o ar? Então, coisas maravilhosas acontecerão neste nosso mundo, onde o Espírito Santo, encontrando sua querida Esposa como que reproduzida nas almas, a elas descerá abundantemente, enchendo-as de seus dons, particularmente do dom da sabedoria, a fim de operar maravilhas de graça. Meu caro irmão, quando chegará esse tempo feliz, esse século de Maria, em que inúmeras almas escolhidas, perdendo-se no abismo de seu interior, se tornarão cópias vivas de Maria, para amar e glorificar a Cristo? Esse tempo só chegará quando se conhecer e praticar a devoção que ensino: "Ut adveniat regnum tuum, adveniat regnum Mariae". (T.V.D.n.217).


Fonte: http://www.perfeitadevocao.org/APerfeitaDevocao-.php?id=21

sexta-feira, 25 de maio de 2012

O modernismo e suas consequências

Vários desses tradicionalistas reacionários (= reacionários porque sua postura é de fechamento e cega reação a qualquer renovação na teologia e na vida da Igreja, num apego míope e doentio a um passado que passou, como todo passado...) escrevem-me acusando-me de modernista... Tenho dito que estou em ótima companhia; porque, para essa gente, modernistas são João XXIII, Paulo VI, João Paulo II, Bento XVI, o Episcopado e toda a Igreja atual. Esse pessoal já não tem capacidade de permanecer de coração numa comunhão leal e honesta com Roma nem tampouco tem coragem de ir logo embora com os lefebvrianos... No entanto, de coração, enquanto forma mental, já romperam sua comunhão com a Igreja de Roma... e tudo isso em nome de uma idéia de uma ortodoxia e de uma Tradição que se fundamenta em concepções totalmente equivocadas e estranhas ao catolicismo...
Coloquei no site (no link “Artigos”, o texto “O Modernismo e os tradicionalistas paranóicos” e no link “Doutrina Católica”, o texto “Site Montfort, tradicionalistas, integristas e males congêneres), de modo bem didático, uma exposição para esclarecer aos que com reta intenção desejam saber sobre a questão da crise modernista, da posição do magistério na época e da situação atual em torno dessa questão. Assim, espero ajudar aqueles católicos que se sentem confusos com as alegações descabidas desses tradicionalistas de que o Vaticano II é modernista e a doutrina dos papas atuais está eivada de modernismo.
Uma coisa é certa: deve-se evitar dar ouvidos e discutir com esse pessoal. É perda de tempo, pois eles são fundamentalistas – e o fundamentalismo é uma doença do espírito, do mesmo modo que o integrismo, que os afeta. Eles fazem com o magistério (de Pio IX a Pio XII) o que os protestantes fazem com as Sagradas Escrituras: citam, citam, citam com pompa e aparente erudição... esbaldam-se em “reverências” e “senhorias”, numa linguagem do final do século XIX e início do XX (tempo da crise modernista, onde a cronologia deles fixou-se patologicamente)... e quanto mais citam, mais desaprumam o passo, pois a erudição deles é falsa. Assim, que quando alguém os lê, pode constatar claramente como vivem num outro mundo, num outro tempo e num cristianismo absolutamente alheio ao Evangelho e à vida da Igreja. Pena que, pouco a pouco, irão se afastando de tal modo que já não terão mais nenhuma comunhão efetiva com a Igreja de Cristo. E quanto mais pensam que estão certo, mais cegos ficam...
É assim: não há cisma ou heresia que tenha surgido na Igreja sem a ilusão de estar defendendo a verdade... O comum a todos é que teimaram em colocarem-se como árbitro da Igreja de Roma, do Sucessor de Pedro e de um Concílio Ecumênico! É ilusão propalar fidelidade aos papas do passado e negá-la ao Papa do presente...

Fonte:www.domhenrique.com

A covardia


quinta-feira, 24 de maio de 2012

A Igreja de Cristo e a Igreja Católica

 O Concílio Vaticano II afirmou na Lumen Gentium 8 que “a Igreja de Cristo subsiste na Igreja católica”. O recente documento da Congregação para a Doutrina da Fé explicou de modo claro o significado de tal expressão. Apresento agora o comentário da própria Congregação a esta frase e às questões do Documento referentes a ela:


Como se deve entender que a Igreja de Cristo subsiste na Igreja católica.
Quando G. Philips escreveu que a expressão “subsistit in” faria “correr rios de tinta”, provavelmente não previa que a discussão haveria de continuar por tanto tempo e com tal intensidade, a ponto de levar a Congregação para a Doutrina da Fé a publicar o presente documento.
Uma tamanha insistência, aliás fundada em textos conciliares e do Magistério sucessivo citados, reflete a preocupação de salvaguardar a unidade e unicidade da Igreja, que viriam a faltar, se se admitisse que possam existir mais subsistências da Igreja fundada por Cristo. De fato, como se diz na Declaração Mysterium Ecclesiae, se assim fosse, chegar-se-ia a imaginar “a Igreja de Cristo como a soma – diferenciada e, de algum modo, unitária ao mesmo tempo – das Igrejas e Comunidades eclesiais” ou a “pensar que a Igreja de Cristo hoje já não existe em parte alguma e que, portanto, deva ser só objeto de procura da parte de todas as Igrejas e comunidades”. A única Igreja de Cristo já não existiria como una na história ou existiria apenas de forma ideal, ou seja in fieri, numa futura convergência ou reunificação das diversas Igrejas irmãs, desejada e promovida pelo diálogo.
Mais explícita ainda é a Notificação da Congregação para a Doutrina da Fé sobre os escritos de Leonardo Boff, segundo o qual, a única Igreja de Cristo “pode também subsistir noutras Igrejas cristãs”. Invés – observa a Notificação –, “o Concílio adotou a palavra ‘subsistit’, precisamente para esclarecer que existe uma só ‘subsistência’ da verdadeira Igreja, ao passo que, fora da sua composição visível, existem apenas“elementa Ecclesiae” (elementos da Igreja), que – por serem elementos da própria Igreja – tendem e conduzem para Igreja católica”.

Porque se empregou a expressão “subsistit in” e não o verbo “est”.
Foi precisamente esta mudança de terminologia, na descrição da relação entre a Igreja de Cristo e a Igreja católica, que deu ocasião às mais diversas ilações, sobretudo no campo ecumênico. Na realidade, os Padres conciliares simplesmente entenderam reconhecer a presença, nas Comunidades cristãs não católicas enquanto tais, de elementos eclesiais próprios da Igreja de Cristo. Daí resulta que a identificação da Igreja de Cristo com a Igreja católica não se deve entender come se, fora da Igreja católica, exista um “vazio eclesial”. Ao mesmo tempo, significa que, se se considera o contexto em que se situa a expressãosubsistit in, ou seja, a referência à única Igreja de Cristo “neste mundo constituída e organizada como uma sociedade… governada pelo sucessor de Pedro e pelos Bispos em comunhão com ele”, a passagem do est ao subsistit in não assume especial significado teológico de descontinuidade com a doutrina católica precedente.
Ora, porque a Igreja assim querida por Cristo continua de fato a existir (subsistit in) na Igreja Católica, a continuidade de subsistência comporta uma substancial identidade de essência entre Igreja de Cristo e Igreja católica. O Concílio quis ensinar que a Igreja de Jesus Cristo, como sujeito concreto neste mundo, pode ser encontrada na Igreja católica. Isso só se pode realizar uma vez, pelo que a concepção, segundo a qual o “subsistit” deveria multiplicar-se, não traduz propriamente o que se entendia dizer. Com a palavra “subsistit”, o Concílio queria exprimir a singularidade e a não multiplicabilidade da Igreja de Cristo: a Igreja existe como único sujeito na realidade histórica.
Portanto, a substituição de “est” com “subsistit in”, contrariamente a tantas interpretações sem fundamento, não significa que a Igreja católica abandone a convicção de ser a única verdadeira Igreja de Cristo, mas simplesmente significa uma sua maior abertura à particular exigência do ecumenismo de reconhecer o caráter e dimensão realmente eclesiais das Comunidades cristãs não em plena comunhão com a Igreja católica, graças aos “plura elementa sanctificationis et veritatis” (vários elementos de santificação e de verdade) nelas presentes. Por conseguinte, embora a Igreja seja só uma e “subsista” num único sujeito histórico, também fora deste sujeito visível existem verdadeiras realidades eclesiais.

 Fonte:www.domhenrique.com

Escola da Fé - TRATADO DA VERDADEIRA DEVOÇÃO À SANTÍSSIMA VIRGEM - Parte 1

Escola da fé - TRATADO DA VERDADEIRA DEVOÇÃO À SANTÍSSIMA VIRGEM - Parte 2

O purgatório

Entra em acordo sem demora com o teu adversário, enquanto estás em caminho com ele, para não suceder que te entregue ao juiz, e o juiz te entregue ao seu ministro e sejas posto em prisão. Em verdade te digo: dali não sairás antes de teres pago o último centavo" (Mt 5, 25-26).
Jesus estava falando aos Apóstolos a respeito das punições que esperam os pecadores após a morte. Antes se referira ao fogo da geena - o Inferno -, uma prisão perpétua, eterna. Mas aqui Ele fala de um cárcere do qual se poderá sair, desde que seja pago o débito, até o último centavo.

Essa prisão temporária, um estado de purificação para os que morrem cristãmente sem terem atingido a perfeição, é o Purgatório. Lugar misterioso, mas onde reina a esperança e os gemidos de dor são entremeados por cânticos de amor a Deus.

Caro leitor, eis um assunto do qual se fala pouco, mas cujo conhecimento é vital para nós e para nossos entes queridos que já partiram desta vida.

Convido-o a repassar comigo diversos aspectos desse importante tema.
A festa de Finados
No dia 2 de novembro, a sagrada Liturgia se lembra de modo especial dos fiéis defuntos. Depois de ter celebrado - no dia anterior, festa de Todos os Santos - os triunfos de seus filhos que já alcançaram a glória do Céu, a Igreja dirige seu maternal desvelo para aqueles que sofrem no Purgatório e clamam com o salmista: "Tirai-me desta prisão, para que possa agradecer ao vosso nome. Os justos virão rodear-me, quando me tiverdes feito este benefício" (Sl 141, 8).

A gênese dessa celebração está na famosa abadia de Cluny, quando seu quinto Abade, Santo Odilon, instituiu no calendário litúrgico cluniacense a "Festa dos Mortos", dando especial oportunidade a seus monges de interceder pelos defuntos, ajudando-os a alcançarem a bem-aventurança do Céu.

A partir de Cluny, essa comemoração foi-se estendendo entre os fiéis até ser incluída no Calendário Litúrgico da Igreja, tornando-se uma devoção habitual, em todo o mundo católico.

Talvez o leitor, como milhares de outros fiéis, tenha o costume de visitar o cemitério nesse dia, para recordar os familiares e amigos falecidos, e por eles orar. Muitos cristãos, porém, não prestam ouvidos aos apelos de seu coração, que os move a sentir saudades de seus entes queridos e a aliviá-los com uma prece. Talvez por falta de cultura religiosa, ou por falta de alguém que as incentive ou oriente, muitas pessoas nem vêem a necessidade de rezar pelas almas dos falecidos. A inúmeras outras, a existência do Purgatório causa estranheza e antipatia.

Seja como for, tanto por amor às almas que esperam ver-se livres de suas manchas para entrarem no Paraíso, quanto para estimular em nós a caridade para com esses irmãos necessitados, como também para nosso próprio proveito, vejamos o "porquê" e o "para quê" da existência do Purgatório.
Purificação necessária para entrar no Céu
Sabemos que a Igreja Católica é una. É o que rezamos no Credo. Entretanto, os membros da Igreja não estão todos aqui, entre nós, mas em lugares diversos, como diz o Concílio Vaticano II. Alguns "peregrinam sobre a terra, outros, passada esta vida, são purificados, outros, finalmente, são glorificados" (Lumen Gentium, 49).

Entre a terra e o Céu não é raro acontecer, no itinerário da alma fiel, um estágio intermediário de purificação. Segundo nos ensina o Catecismo da Igreja Católica, por aí passam "os que morrem na graça e na amizade de Deus, mas não estão perfeitamente purificados". Por isso "passam, após sua morte, por uma purificação, a fim de obter a santidade necessária para entrar na alegria do Céu" (nº 1030).

Esse estado de purificação nada tem a ver com o castigo dos condenados ao Inferno, pois as almas do Purgatório têm a certeza de haver conquistado o Céu, mesmo que sua entrada ali tenha sido adiada por causa de seus resíduos de pecado.

A primeira epístola aos Coríntios faz referência ao exame a que serão submetidos os cristãos, os quais, havendo recebido a Fé, devem continuar em si a obra de sua santificação. Cada um será examinado no respeitante ao grau de perfeição que atingiu: "Se alguém edifica sobre este fundamento, com ouro, ou com prata, ou com pedras preciosas, com madeira, ou com feno, ou com palha, a obra de cada um aparecerá. O dia (do julgamento) demonstrá-lo-á. Será descoberto pelo fogo; o fogo provará o que vale o trabalho de cada um. Se a construção resistir, o construtor receberá a recompensa. Se pegar fogo, arcará com os danos. Ele será salvo, porém passando de alguma maneira através do fogo" (1Cor 3, 12-15). "Ele será salvo", diz o Apóstolo, excluindo o fogo do Inferno, no qual ninguém pode ser salvo, e se referindo ao fogo temporário do Purgatório.

Comentando este e outros trechos da Sagrada Escritura, a Tradição da Igreja nos fala do fogo destinado a limpar a alma, como explica São Gregório Magno em seus Diálogos: "Com relação a certas faltas leves, é necessário crer que, antes do Juízo, existe um fogo purificador, como afirma Aquele que é a Verdade, ao dizer que, se alguém pronunciou uma blasfêmia contra o Espírito Santo, essa pessoa não será perdoada nem neste século, nem no futuro (Mt 12, 31). Por essa frase, podemos entender que algumas faltas podem ser perdoadas neste século, mas outras no século futuro".
Por que existe o Purgatório?
Será Deus tão rigoroso a ponto de não tolerar nem mesmo a menor imperfeição, limpando-a com penas severas? Esta pergunta facilmente pode nos vir à mente.

Em primeiro lugar, devemos nos lembrar desta verdade: depois de nossa morte, não seremos julgados segundo nossos próprios critérios, pois "o que o homem vê não é o que importa: o homem vê a face, mas o Senhor olha o coração" (1Sm 16, 7). Estaremos diante de um Juiz sumamente santo e perfeito, e em seu Reino "não entrará nada de profano" (Ap 21, 27). Com efeito, na presença de Deus, de sua Luz puríssima, a alma percebe em si mesma qualquer pequeno defeito, julgando-se, ela mesma, indigna de tal majestade e grandeza. Santa Catarina de Gênova, grande mística do século XV, deixou uma obra muito profunda sobre a realidade do Purgatório e do Inferno. Explica ela o seguinte: "Digo mais: no concernente a Deus, vejo que o Paraíso não tem portas e ali pode entrar quem quiser, pois Deus é todo misericórdia e seus braços estão sempre abertos para nos receber na glória; mas a divina Essência é tão pura - infinitamente mais pura do que podemos imaginar - que a alma, vendo nela mesma a menor das imperfeições, prefere atirar-se em mil infernos a aparecer suja na presença da divina Majestade. Sabendo então que o Purgatório está criado para a purificar, ele mesma se joga nele e encontra ali grande misericórdia: a destruição de suas faltas".
 
Fonte:www.comshalom.org